sábado, 21 de março de 2009

Do mestre

Postado por Paulo Coelho em 21 de março de 2009 às 01:54

O grande mestre zen de Tofuku notou que o mosteiro estava em rebuliço. Noviços corriam de um lado para o outro, e empregados faziam fila para recepcionar alguém.

“O que está acontecendo?”, quis saber.

Antes que alguém pudesse responder, um soldado aproximou-se do mestre, e deu-lhe um cartão onde se lia: “Kitagaki, o governador de Kioto, acaba de chegar e pede uma audiência”.

“Não tenho nada a tratar com esta pessoa”, disse o mestre.

Minutos depois o governador se aproximou, pediu desculpas, riscou o cartão, e entregou-o de novo ao mestre.

Estava escrito: “Kitagaki acaba de chegar, e pede uma audiência”.

“Seja bem-vindo”, disse o mestre zen de Tofuku.

Lula canta de galo

18/03/2009
Assim como se descolou do mensalão e de otras cositas más, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se descola agora da crise econômica que derruba as expectativas de crescimento e os níveis de emprego, no Brasil e em todo o mundo, em 2009.

Como já disse o senador, ex-ministro e ex-governador Cristóvam Buarque, com fina e realista ironia, "tudo o que é bom foi o Lula quem fez, e tudo o que é ruim, a culpa é dos outros".

O que é bom: a estabilidade da moeda; o Proer, que fortaleceu o sistema financeiro interno; as privatizações, que deram impulso inédito a setores como a telefonia; e a inserção internacional, produtos da era de Fernando Henrique Cardoso que agora entram na contabilidade favorável de Lula --que, aliás, se referia a coisas assim como "herança maldita", lembra?

O que é ruim: a crise em si, a queda na previsão do crescimento e o aumento do desemprego, os solavancos nas Bolsas, tudo isso é culpa dos outros: os Estados Unidos, o George W. Bush, o mundo desenvolvido. Só que, neste caso, Lula tem razão. Ou seja: tem discurso. E as pesquisas já mostram que a população, já disposta a acreditar, porque acredita em tudo o que Lula diz, agora tem boas razões para isso.

De um lado, a economia brasileira estabilizada pela faxina tucana e depois fortalecida pelos fantásticos ventos favoráveis que sopraram no mundo inteiro, e na América Latina em particular, em 2007 e 2008. De outro, o fato de que a crise começou no coração da maior potência e se alastrou para todo o mundo rico, principalmente para a Europa.

Resultado: Lula junta as duas pontas e sai sorridente por aí ensinando aos EUA e à Europa o quê, como e quando fazer. Até o Proer, para sanear os bancos!

A não ser que haja uma hecatombe não prevista, portanto, crise não vai contra Lula, mas a favor. Como escrevi na Folha no último domingo, ele espera que "a conjunção crise, posse de Obama e nova arquitetura financeira internacional catapulte o Brasil como protagonista internacional". E ele, como um líder emergente.

Já mandou carta para o presidente da França, Nicolas Sarkosy; foi o terceiro líder estrangeiro a se encontrar com Obama na Casa Branca e vai receber o primeiro-ministro britânico Gordon Brown na quinta da próxima semana.

Depois, tem reunião da "liderança progressista" no Chile, Cúpula das Américas em Trinidad Tobago e G20 em Londres. Na crise, os líderes das grandes potências baixam a crista. E Lula canta de galo.

Atualização da última Pensata "Uma atrás da outra" : depois do castelo, do casarão e do pagamento de horas "extras" sem horas "ordinárias", continuam saindo podres do Congresso.

Vamos ao Senado: "nepotismo terceirizado", o filho do diretor que morava em apartamento funcional, o Sarney mandando seguranças pagos com dinheiro público para o Maranhão (e ele é eleito pelo Amapá!) e a Roseana presenteando os amigos com passagens aéreas da cota de senador para o fim de semana na residência oficial da presidência.

Como a gente ia dizendo, o nível de desgaste do Congresso está ficando insuportável.

Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do Jornal do Brasil e do Estado de S. Paulo, além de diretora de redação das sucursais de O Globo, Gazeta Mercantil e da própria Folha em Brasília.


E-mail: elianec@uol.com.br

domingo, 15 de março de 2009

No Brasil, 47% dos idosos fazem sexo regularmente



PAULO SAMPAIO
da Folha de S.Paulo

Do bolso do microempresário Nélson Oliveira, 66, não sai um tostão para comprar Viagra. E ele garante que, desde que se casou, há 48 anos, transa diariamente com a mulher. Ao lado, Néia, 65, só confirma. "É sim, é sim."

Quando o assunto é desempenho sexual, com frequência se apela a uma testemunha -ainda mais quando quem fala é alguém do sexo masculino e de terceira idade.
Marisa Cauduro/Folha Imagem

O músico Jurandir Bueno, 62, com sua namorada, Sônia Arakaki, 62, bailarina

Feitas as contas, Oliveira teve com a mulher 17.540 relações nesses quase 50 anos, pontual como um relógio cuco e sem ajuda química.

Esse índice de "abstenção zero" pode gerar polêmica, mas, a julgar pelo Datafolha, a vida sexual após os 60 é mais movimentada do que prega a maledicência popular, que costuma enxergar na terceira idade o fim do erotismo.

Quase metade dos idosos ouvidos na pesquisa declara ter relações sexuais -um quarto deles, uma vez ou mais por semana. Mesmo na faixa dos maiores de 75, 24% se revelaram sexualmente ativos.

Os mais afoitos podem dizer que, com o advento das drogas para disfunção erétil, agora é fácil. Só que 88% dos homens entrevistados dizem nunca ter usado remédio, embora até admitam alguma mudança no desempenho.

Exemplo: o músico Jurandir Bueno, 62, retratado na capa deste caderno com a namorada, a bailarina Sônia Arakaki, 62, jura que nunca tomou nada e que vai transar até o fim da vida; confia no próprio corpo, diz. Só faz uma ressalva: "O processo é demorado". "Gosto de conhecer bem a pessoa, preciso estar envolvido. Não sou uma máquina!"

Jurandir "pesquisou" a bailarina durante quatro meses, até irem para a cama. "Eu também não estava com pressa. Com a idade, as coisas ficam mais tranquilas", conta Sônia, que foi casada durante 20 anos e tem três filhos.

Reféns do machismo

Em qualquer faixa etária, é previsível uma dose de exagero ou, digamos, de inverdades sobre o desempenho sexual, afirma o geriatra Wilson Jacob Filho, colunista da Folha. Ainda mais quando mexe com alguns tabus da masculinidade. "O que se espera deles é que se mantenham viris, e os que não são suficientemente esclarecidos associam a dificuldade sexual à incompetência, e não a doenças como diabetes, hipertensão, depressão ou problemas na próstata."

Jacob dá um exemplo de como a imagem é fundamental. "Quando o HC tinha o Laboratório da Impotência, atendia dez pessoas. Mudaram o nome para Laboratório da Disfunção Erétil, e o número de pacientes foi para uns 10 mil", conta, rindo.

Na pesquisa Datafolha, a diferença de visão do sexo entre homens e mulheres revela um dado paradoxal: 74% dos homens afirmam ter vida sexual ativa, enquanto 76% das mulheres dizem exatamente o contrário. Considerando que o índice de casados de terceira idade é 47%, com quem eles transam?
Marisa Cauduro/Folha Imagem


O microempresário Nélson Oliveira, 66, é casado há 48 anos com Néia, 65, com quem diz ter relações sexuais todos os dias

Existem várias possibilidades, dizem os especialistas: sozinho (masturbação), com companhias eventuais ou usando outras formas de atingir o orgasmo, sem penetração peniana.

E as esposas "Muitas mulheres consideram sua missão sexual cumprida depois da procriação e acabam consentindo tacitamente que o marido se mantenha ativo", diz Dorli Kamkhagi, da USP.

Embora faça questão de sexo, a cabeleireira Sônia Maria Gonçalves, 63, casada três vezes, três filhos, conta que, com a menopausa, dispensou temporariamente os "serviços" do segundo marido.

"Acabou a euforia. Ele foi o homem que mais me ensinou coisas, mas mesmo assim eu não queria saber de sexo. Até disse: 'Pode procurar outra, que comigo não rola'."

Há seis meses, Sônia descobriu um câncer de mama e retirou o seio direito, mas diz que isso não atrapalhou em nada o relacionamento entre ela e o atual marido, que tem 54 anos. "No começo fiquei constrangida, mas ele disse que isso era bobagem e pediu para ver o curativo."
A palavra-chave é compreensão, define o empresário Wanderlei Marques, 62, casado há 32 anos. "Quando você é recém-casado, toda hora é hora. É aquela loucura. Mas, como a gente faz muitas vezes, a qualidade fica pra depois."

Ele conta que, em todos esses anos, o período sexual mais difícil foi quando nasceu o primeiro filho. "A mãe, ali, é só da criança. Se você estiver com vontade, vai continuar."

Wanderlei não se incomoda em dizer que usa remédio. "Não adianta dizer que a disposição sexual não cai com a idade. Por sorte, a medicina está a nosso favor."

E manda seu último recado: "Não existe Viagra pra mulher. Então, se você toma o comprimido, mas ela está fria, não adianta nada".

sábado, 14 de março de 2009

Câmara monta comissão inédita para analisar pedido de cassação contra deputado do Castelo



Perfil

Fernando Rodrigues, jornalista, nasceu em 1963. Fez mestrado em jornalismo internacional na City University, em Londres, Reino Unido (1986).

* Pânico toma conta de deputados, pois cassação de Edmar pode abrir a porteira que outros 50 ou 100 percam mandato
* Argumento jurídico sólido manda cassar quem usa verba indenizatória para pagar em empresa de sua propriedade


O corregedor da Câmara dos Deputados, ACM Neto (DEM-BA), decidiu montar uma comissão para analisar o pedido de cassação de Edmar Moreira (ex-DEM-MG; hoje sem partido), o homem do castelo. Trata-se de um procedimento inédito em casos dessa natureza.

A criação dessa comissão se dá pela gravidade das consequências do processo. O pânico se espalhou pela Câmara porque Edmar Moreira tem chance real de ser cassado por ter –ainda a ser confirmado– usado notas fiscais de suas próprias empresas (ou de parentes e/ou amigos) para justificar gastos de R$ 140 mil com segurança privada no ano passado.

Edmar Moreira fez fortuna com empresas de segurança. O PSOL representou contra ele, alegando que teria havido quebra de decoro, com o suposto uso das próprias empresas para comprar um serviço.

Ainda não estão públicas as notas fiscais de Edmar Moreira, mas seus amigos dentro da Câmara têm dado a entender que os documentos serão mesmo de uma empresa ligada ao deputado do castelo. Por essa razão há o temor dos outros congressistas: dezenas deles usam seus postos de gasolina para abastecer os próprios carros; suas empresas de comunicação para comprar espaços publicitários e veicular suas propagandas; e assim por diante. Tudo com o dinheiro da verba indenizatória mensal de R$ 15 mil a que cada um tem direito.

Se Edmar for cassado, acaba com o episódio ou seria apenas a abertura de uma porteira por onde passariam mais 40, 50 ou 100 deputados?

Na dúvida, será criada uma comissão pluripartidária inédita para analisar o caso de Edmar Moreira. Os nomes cogitados são os seguintes, além do próprio ACM Neto que será o coordenador do grupo:

* José Eduardo Cardozo (PT-SP)
* Osmar Serraglio (PMDB-PR)
* Régis de Oliveira (PSC-SP)
* Flávio Dino (PC do B-MA)

Os 5 deputados vão receber copia da defesa de Edmar Moreira, analisarão as notas fiscais e terão plenos poderes para fazer diligências e apurar o caso. A idéia é que a decisão final, sobre abrir o processo de cassação, tenha respaldo jurídico e político dentro da Câmara.

Argumentos

É fortíssimo argumento contra Edmar Moreira. Até porque sua defesa é pífia, lastreando-se apenas em aspectos de cunho pessoal.

Edmar Moreira argumenta que a Câmara não proíbe deputados de contratar serviços de segurança. Nesse caso, pergunta um amigo de Edmar Moreira, familiarizado com o episódio: “Não existe serviço mais pessoal e sensível do que o de segurança pessoal. Se eu tenho uma empresa, por que teria de evitar usá-la para contratar os serviços de um concorrente, colocando minha vida nas mãos de uma pessoa fora do meu círculo de confiança?”.

Mas o argumento contra Edmar Moreira é mais sólido e juridicamente embasado. O Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara diz claramente quais são os casos em que o deputado pode ser processado. No artigo 5º do código, inciso 7º, está escrito que atentam contra o decoro parlamentar quem “usar verbas de gabinete em desacordo com os princípios fixados no caput do art. 37 da Constituição Federal”.

E eis o artigo 37 da Carta: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Ou seja, há quebra de decoro quando um congressista gasta sua verba de gabinete para pagar serviços da contratados de empresa de sua propriedade. Quem faz isso está ferindo diretamente os princípios da impessoalidade e da moralidade. Ou seja, Edmar Moreira estará em situação ruim se de fato usou sua verba indenizatória para pagar serviços prestados por uma empresa de sua propriedade.

Mas esse é o menor problema para o deputado Edmar Moreira e para a Câmara. Como se costuma dizer nos corredores do Congresso, pau que bate em Chico também bate em Francisco. O sólido argumento jurídico para tirar o mandato de Edmar servirá também para a cassação de outras dezenas que por ali fazem a mesma coisa?


Eia aí a razão de ACM Neto estar montando essa comissão especialíssima para discutir o caso Edmar –e o futuro de uma grande parte dos deputados da Câmara.


Por Fernando Rodrigues

Protogenes: Satiagraha era ‘missão da presidência’

Folha Online - Blogs - Josias de Souza

domingo, 8 de março de 2009

O estupro e a excomunhão

06/03/2009

Não sou religioso --e, ainda por cima, sou judeu. Talvez não seja o indivíduo mais recomendado para comentar a decisão da Igreja Católica de excomungar a mãe da menina de nove anos em Pernambuco e os médicos que fizeram o aborto --a menina, de 9 anos, estava grávida do padrasto. A excomunhão me parece um segundo estupro.

Apesar de discordar, posso entender que a Igreja condene o aborto. Até, fazendo força, entendo que condenem um padre, parlamentar do PT, que defendeu o uso da camisinha. São posições arcaicas e, na minha visão, prejudiciais à saúde pública, mas se inserem em princípios.

O que não consigo entender é por que estão humilhando e fazendo sofrer ainda mais a mãe da menina grávida, já condenada a um drama familiar --um sofrimento que se estende para a garota, que fica como filha de uma excomungada. Quem conhece a religiosidade do interior do Nordeste sabe o peso disso.

Faltou aí não só bom senso, mas humanidade. Duvido que essa seja a opinião da maioria dos católicos.



Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

E-mail: palavradoleitor@uol.com.br

Emprego pela internet

Anna Paula Buchalla
abuchalla@abril.com.br




Desde janeiro – mês em que o desemprego deu um salto de 6,8% para 8,2% –, aumentou a movimentação nos maiores sites de emprego na internet. No Catho Online, um dos mais acessados do país, o número de visitas mensais dobrou. No vagas.com.br, o cadastro de novos currículos cresceu 93%.

Esses sites não são garantia de emprego. Mas são uma maneira de encurtar os prazos de um processo de seleção. No velho sistema, aquele em que a empresa coloca um anúncio no jornal e o interessado envia um currículo em papel a seu RH, o prazo para chegar à entrevista é de dez dias, em média. Na internet, em questão de minutos obtêm-se os nomes mais indicados para a fase do contato pessoal. Isso é possível graças a um software que acelera a triagem dos candidatos. O prazo total de contratação também fica mais curto na internet. Na recolocação tradicional, o tempo médio gasto com formalidades é de 35 dias. Pelo banco de dados na rede, todo o processo pode levar meros sete dias.

Há mais de 100 sites brasileiros de emprego on-line. Eles surgiram no fim dos anos 90 e ganharam força, sobretudo, nos últimos cinco anos. Embora sejam úteis, eles não podem, e nem devem, ser a sua única ferramenta na busca por uma vaga. Os especialistas recomendam recorrer também aos sites das próprias empresas onde se almeja trabalhar. Algumas oferecem formulários de recrutamento diretamente em seus endereços eletrônicos. Outra dica é acionar e manter ativa a sua rede de relacionamentos pessoais e profissionais. VEJA consultou especialistas dos cinco maiores sites de emprego do país para saber qual o mais indicado para os diferentes perfis e níveis profissionais.



Catho online
Para quem é mais indicado: profissionais com nível superior. Quase metade das vagas é destinada a quem tem esse perfil
Total de cadastrados: 200 000
Quantos conseguem emprego: cerca de 7 000 por mês
Tempo médio de espera entre os que conseguiram emprego: três meses
Quanto custa: há um período de testes gratuito de sete dias. Depois, o candidato precisa se encaixar em algum dos planos pagos, cujo preço varia de 59 reais (o mensal) a 498 reais (o anual). Estagiários e portadores de deficiência pagam a metade
www.catho.com.br



Vagas
Para quem é mais indicado: embora as vagas atendam a todos os segmentos, seu forte é a seleção de trainees e estagiários
Total de cadastrados: 2,4 milhões
Quantos conseguem emprego: não informado
Tempo médio de espera entre os que conseguiram emprego: três meses
Quanto custa: gratuito para todos os candidatos
www.vagas.com.br



Empregos
Para quem é mais indicado: profissionais da área administrativa. Quase 20% das vagas são para setores de contabilidade, economia, recursos humanos e vendas
Total de cadastrados: 1 milhão
Quantos conseguem emprego: não informado
Tempo médio de espera entre os que conseguiram emprego: três meses
Quanto custa: grátis nos primeiros dez dias. O plano mensal custa 35 reais, o trimestral 89 reais e o anual 315 reais
www.empregos.com.br



Curriculum
Para quem é mais indicado: quase 30% das vagas se destinam a profissionais da área de vendas. São cargos que exigem, em geral, ensino médio e nível técnico
Total de cadastrados: 4 milhões
Quantos conseguem emprego: 20 000 por mês
Tempo médio de espera entre os que conseguiram emprego: de um a seis meses
Quanto custa: inicialmente, o serviço é gratuito. Ele passa a ser pago quando o candidato opta por dar destaque a seu currículo nas listas de buscas. O preço vai de 36 reais (o plano mensal) a 462 reais (o plano trimestral com serviço de análise de currículo e dicas para a entrevista de emprego)
www.curriculum.com.br



Manager online
Para quem é mais indicado: um quarto das vagas se destina a atendimento em call centers, que costumam exigir apenas nível médio dos candidatos. Há ainda cerca de 22 000 vagas só para estagiários de todos os segmentos profissionais
Total de cadastrados: 100 000
Quantos conseguem emprego: 6 000 por mês
Tempo médio de espera entre os que conseguiram emprego: de um a três meses
Quanto custa: os primeiros sete dias são gratuitos. Depois, o preço varia de 59 reais (o plano mensal) a 249 reais (o semestral). Estagiários pagam a metade
www.manager.com.br